Desculpe
Desculpe se nas minhas veias não correm futilidades.
Desculpe se em minha mente não cabem os preconceitos.
Desculpe se minhas pernas preferem a dança ao compasso simétrico.
Mas não me desculpe se no meu coração só cabe a verdade e a lealdade.
Não desculpe também as minhas bobagens, as minhas manias e a menina teimosa que há em mim.
Porque a sonata que toca agora é bem, é zen, é luz...
Ana Paula
4 comentários:
Eu não te desculpo
Não deixo passar nada
cobro até o último cetil
Porque és tão livre
e tão distante
voa em meus pensamentos
e não pousa quando peço
Não te desculpo pois
roubaste meu coração
sendo quem és...
Mas apesar de não te desculpar
Quem sou eu pra te julgar?
És o que és e nada vai mudar
perfeita e sem par
fazendo-me sonhar
Por tudo isso, ainda
não posso te desculpar
Mas, juro, vou tentar...
Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria
(Cazuza e Frejat)
Rick....vc sempre com doces palavras.
Obrigada!
Essa música é tão linda....poesia maravilhosa....
Adoro!!!
Beijos!
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