Um blog sobre comportamento! Textos, poemas, delírios, pensamentos. Psicologia, arte, literatura. Sim!! Atelier da alma fala dos símbolos do coração!!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Deus mora onde o deixam entrar....
A moça do sorriso aberto....
A moça que dança com o vento.
Ela está de volta.
Deus mora onde o deixam entrar.
Então o bem pulsa e expulsa o que não é pra ficar.
A alma leve...lavo com lavanda.
Te encontro na varanda.
O acaso protege e elege quem vai e quem fica.
A moça do sorriso voltou.
A moça feliz e que pede bis só para o que a faz feliz.
Feliz de quem a encontrará.
Feliz de quem a amará.
Feliz ....
Lavanda.....
Levada....
Ar....Fogo....Terra...Água....
Ana Paula de Rezende
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Faltas
Lidar com as faltas...
Aprender a ser por si mesma....
Ás vezes, o jeito é fazer um implante....rsrsrs.
Ás vezes , a presença acontece e aconchega a gente.
Falta.....
Deve ser por isso, que o sorriso anda contido.
Sorriso sem dente na frente é o sorriso mais triste que alguém pode dar....kkkk
Sinto falta.
Faz falta.
Um dia, a gente acorda e se esquece .
Porque somos sempre falta.
E não é o outro que nos preenche.
Apenas sei que daqui por diante escolho a presença.
E não peço mais por ela.
Ana Paula Rezende
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Ainda sem cor...
Tenho andado por aí....
Tenho me despedido....
Ando partindo e aos poucos vou sentindo que nuances de cores voltam..
Minha câmera estava em sépia,
A nostalgia pra mim se expressa em sépia.
Mas tenho revitalizado o coração.
Amoras e amores mesmo pra quem não namora.
Indo embora e chegando perto de quem gosta de mim.
Quanto vale um sorriso?
Quanto vale um abraço?
Quanto vale aquela mão que aperta a sua?
Quanto vale quem nunca julga?
Quanto vale aquele abraço que enlaça corpo e alma?
Quanto vale amar além da matéria?
Pense em quanto vale cada pessoa de valor que está com você.
Imagine perdê-la.
Imagine nunca mais olhá-la nos olhos.
Imagine nunca mais ter seus lábios.
Imagine nunca mais sentir seu corpo.
Imagine nunca mais discutir com essa pessoa.
Imagine nunca mais rir das bobeiras que só vocês conseguem rir.
Imagine nunca mais precisar falar em código para que ninguém reconheça as loucuras que são só de vocês.
Pode doer horas, dias, meses ou uma vida inteira.
E assim a vida transcorre...
E assim tanta coisa morre.
E faltas podem ser preenchidas.
E serão preenchidas.
Tenho andado por aí....
Ainda em sépia.
Ana Paula de Rezende
Ele pousou...
Estava caminhando e não pude resistir...
Ele deu uma corridinha e parou ,só foi embora depois que cliquei.
Momentos bobos e lindos quando caminhamos por aí e enxergamos mais.
Lá estava ele em uma das árvores seculares dos jardins do museu.
O simples nos mostra que podemos ver novas belezas, mesmo quando a foto está em sépia.
Ana Paula De Rezende
Ele deu uma corridinha e parou ,só foi embora depois que cliquei.
Momentos bobos e lindos quando caminhamos por aí e enxergamos mais.
Lá estava ele em uma das árvores seculares dos jardins do museu.
O simples nos mostra que podemos ver novas belezas, mesmo quando a foto está em sépia.
Ana Paula De Rezende
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Enquanto o amor não vem...
Enquanto o amor não vem me faço bem.
Esses dias uma caminhada nos jardins do museu imperial.
Enquanto andava por entre os labirintos lindos, senti-me num enredo mítico.
Perdendo-se pra se encontrar.
Enquanto o amor não vem gasto horas escolhendo cds.
E leio a sinopse de mil filmes na locadora.
Ás vezes carrego um, outras vezes, como a pipoca sem filme mesmo.
Enquanto o amor não vem.
Acendo meus incensos, mexo em meus aromas, rego as plantas.
Enquanto o amor não vem invento coisa boba na cozinha mesmo que seja pra comer sozinha.
Enquanto o amor não vem danço sozinha na sala de estar.
Aumento o volume e esqueço de qualquer vizinho.
Enquanto o amor não vem penso na nova cor do cabelo.
Seleciono minha futura tatoo.
Enquanto o amor não vem medito e oro.
E choro feliz porque tenho me conectado com o sagrado em mim.
Enquanto o amor não vem.
Arrumo gavetas, limpo armários, jogo tanta coisa fora.
Enquanto o amor não vem compro livros que nunca havia me permitido ler.
Enquanto o amor não vem brinco, desenho, pinto, esculpo.
E quando o amor chegar, continuarei a fazer tudo isso.
Ana Paula Rezende
Esses dias uma caminhada nos jardins do museu imperial.
Enquanto andava por entre os labirintos lindos, senti-me num enredo mítico.
Perdendo-se pra se encontrar.
Enquanto o amor não vem gasto horas escolhendo cds.
E leio a sinopse de mil filmes na locadora.
Ás vezes carrego um, outras vezes, como a pipoca sem filme mesmo.
Enquanto o amor não vem.
Acendo meus incensos, mexo em meus aromas, rego as plantas.
Enquanto o amor não vem invento coisa boba na cozinha mesmo que seja pra comer sozinha.
Enquanto o amor não vem danço sozinha na sala de estar.
Aumento o volume e esqueço de qualquer vizinho.
Enquanto o amor não vem penso na nova cor do cabelo.
Seleciono minha futura tatoo.
Enquanto o amor não vem medito e oro.
E choro feliz porque tenho me conectado com o sagrado em mim.
Enquanto o amor não vem.
Arrumo gavetas, limpo armários, jogo tanta coisa fora.
Enquanto o amor não vem compro livros que nunca havia me permitido ler.
Enquanto o amor não vem brinco, desenho, pinto, esculpo.
E quando o amor chegar, continuarei a fazer tudo isso.
Ana Paula Rezende
terça-feira, 20 de abril de 2010
Pêlos e pele
Ela adora passear os dedos nesses pêlos.
E roçar a pele alva com calma .
A pele delicada encontra o pêlo felino.
Durante horas, palavras soltas, com as mãos perdidas e deslizantes.
Encontros delirantes.
Amores pueris e febris.
Amor que pede bis e diz que não existe raiz.
Apenas felinos.
Apenas enroscados, pele, pêlo, gosto e cheiro.
Que seja inteiro.
Que seja mais amanhã.
Que resista a manhã.
E entenda toda manha.
E perdoe toda gana.
E conceda história nada simplória.
Mas sim a glória de experimentar o divino sendo humano.
E se fortaleça na árdua tarefa de viver a realidade.
Ana Paula de Rezende
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Pele
Apenas um abraço maior.
Tua pele na minha pele.
Nossa respiração em sintonia.
Nossos corações em compasso.
Nada dizer.
Apenas sentir.
Pele na pele.
Um abraço sem pressa.
Uma presença que preenche.
Um abraço que adormece as lacunas.
Sentir teu peito assim....
Perto de mim.
Aconchego e carinho.
Me faz feliz...
Ana Paula Rezende
domingo, 18 de abril de 2010
Buscas
Se ninguém é de ninguém.
Que eles sejam complemento e alimento.
Tantas pessoas e tantos desencontros.
O amor nunca está pronto ,então ,talvez ele seja pra sempre confronto.
Quero um dia que o amor chegue e me diga que não é preciso mais buscar.
Então, num abraço e num beijo , diga ao pe´do ouvido:
_ As buscas cessaram.
Estou aqui hoje e estarei amanhã também.
E todo dia uma nova dança com o mesmo par.
Ana Paula Rezende
Que eles sejam complemento e alimento.
Tantas pessoas e tantos desencontros.
O amor nunca está pronto ,então ,talvez ele seja pra sempre confronto.
Quero um dia que o amor chegue e me diga que não é preciso mais buscar.
Então, num abraço e num beijo , diga ao pe´do ouvido:
_ As buscas cessaram.
Estou aqui hoje e estarei amanhã também.
E todo dia uma nova dança com o mesmo par.
Ana Paula Rezende
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Em preto e branco.
Muitas pessoas tem medo das mudanças.
Eu tenho medo que as coisas nunca mudem.
Não suporto a letargia emocional.
Não compreendo o medo das emoções.
Não mudar é morrer aos poucos.
É envelhecer sem amadurecer.
Incompreendida?
Quase sempre.
Muitas vezes sou apenas a sacerdotisa.
Que continua a desvendar o outro.
Desisti.
Não quero agradar.
Não quero sorrir.
Não quero falar.
Quando estiver em preto e branco.
Aprendi, duramente, a me acolher no momento em que estou humana demais para ser compreendida.
E também percebi, finalmente, que quando estou selvagem ficarei a margem.
Então, continuo um mistério.
Aprendendo dia a dia quem não sou mais.
Não adianta...meus olhos nunca serão os seus olhos.
Minha compreensão de mundo nunca será idêntica a sua.
Portanto, não levanto bandeiras.
Não dissemino minhas verdades.
Quando estiver com meus semelhantes poderei ir além ,do olhar que vê somente o semblante.
Abrir a alma.
Compartilhar as sensações.
Apenas quando não estiver em preto e branco.
Entendi que muitas vezes o sorriso largo e as gargalhadas escondem profundas tristezas.
Que o comportamento solto é um pedido desesperado de atenção.
Por isso, em preto e branco, estarei apenas comigo.
Em preto e branco me afasto.
Me encolho num canto.
Me faço carinho.
Refaço as forças.
Não bata na porta, não abrirei.
Não telefone, não atenderei.
Não me questione, nada direi.
Deixe-me só.
Que voltarei com cor.
Que voltarei a ser calor.
Que terei amor.
Mas em preto e branco, deixe-me falar com a minha dor.
Ana Paula de Rezende
Eu tenho medo que as coisas nunca mudem.
Não suporto a letargia emocional.
Não compreendo o medo das emoções.
Não mudar é morrer aos poucos.
É envelhecer sem amadurecer.
Incompreendida?
Quase sempre.
Muitas vezes sou apenas a sacerdotisa.
Que continua a desvendar o outro.
Desisti.
Não quero agradar.
Não quero sorrir.
Não quero falar.
Quando estiver em preto e branco.
Aprendi, duramente, a me acolher no momento em que estou humana demais para ser compreendida.
E também percebi, finalmente, que quando estou selvagem ficarei a margem.
Então, continuo um mistério.
Aprendendo dia a dia quem não sou mais.
Não adianta...meus olhos nunca serão os seus olhos.
Minha compreensão de mundo nunca será idêntica a sua.
Portanto, não levanto bandeiras.
Não dissemino minhas verdades.
Quando estiver com meus semelhantes poderei ir além ,do olhar que vê somente o semblante.
Abrir a alma.
Compartilhar as sensações.
Apenas quando não estiver em preto e branco.
Entendi que muitas vezes o sorriso largo e as gargalhadas escondem profundas tristezas.
Que o comportamento solto é um pedido desesperado de atenção.
Por isso, em preto e branco, estarei apenas comigo.
Em preto e branco me afasto.
Me encolho num canto.
Me faço carinho.
Refaço as forças.
Não bata na porta, não abrirei.
Não telefone, não atenderei.
Não me questione, nada direi.
Deixe-me só.
Que voltarei com cor.
Que voltarei a ser calor.
Que terei amor.
Mas em preto e branco, deixe-me falar com a minha dor.
Ana Paula de Rezende
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Brincar...
Gosto de brincar.
Gosto de amar.
Gosto de gostar de quem gosta de mim.
Faz parte da brincadeira falar besteira.
E rir a noite inteira.
E chorar sem medo de dar bandeira.
E ser inteira.
Sem passar peneira.
Qualidades e defeitos juntos no caldeirão.
Fazem parte dessa bagunça chamada emoção.
Gosto de brincar com você.
Gosto de ser criança e de ter esperança.
Mas não quero brincar de lua e sol.
Nem de pique esconde.
Brincar de amar.
Amar pra brincar.
E namorar para brindar que pra sempre a namorada seja a enamorada.
E ele, pra sempre seja o eleito e que ao vê-lo algo surja dentro do peito.
E que haja pra sempre brincadeira.
Ela faceira.
Ele toda besteira.
Um a isca o outro o anzol.
Ana Paula Rezende
Gosto de amar.
Gosto de gostar de quem gosta de mim.
Faz parte da brincadeira falar besteira.
E rir a noite inteira.
E chorar sem medo de dar bandeira.
E ser inteira.
Sem passar peneira.
Qualidades e defeitos juntos no caldeirão.
Fazem parte dessa bagunça chamada emoção.
Gosto de brincar com você.
Gosto de ser criança e de ter esperança.
Mas não quero brincar de lua e sol.
Nem de pique esconde.
Brincar de amar.
Amar pra brincar.
E namorar para brindar que pra sempre a namorada seja a enamorada.
E ele, pra sempre seja o eleito e que ao vê-lo algo surja dentro do peito.
E que haja pra sempre brincadeira.
Ela faceira.
Ele toda besteira.
Um a isca o outro o anzol.
Ana Paula Rezende
Carinho
Um carinho faz tão bem...
Não existe amor que sobreviva sem carinho ,senão ele empedra dentro da gente.
Ana Paula Rezende
terça-feira, 6 de abril de 2010
Alien
Não sei se me ausento de vez.
Se risco o "Era uma vez...e foram felizes...por um bom tempo."
Ou se te espero.
Já nem sei se ainda quero.
Porque quando quero te comer você virá água .
E quando quero matar a sede em você , vira rocha, terra árida.
Já tentei entender.
Já acreditei que podia transformar.
Bobagens de uma sonhadora.
Conheço o menino carinhoso que existe por trás do homem de poucas palavras.
Conheci o homem sedutor por trás do tímido com suas piadas e risadas.
Conheci aquele que ainda não cresceu.
Conheci aquele que quer ser livre como se amar fosse uma prisão.
Conheci tantos em você.
Conheci tantas em mim.
Achei que eu pudesse reter.
Quis tê-lo pra mim.
Não nego minha intensidade nem a passional que há em mim.
Hoje, sou partida.
Hoje, sou alguém mais doída.
Hoje, fico apenas quieta a falar com meu Deus.
Porque sempre é Ele que ouve o inconfessável em nós.
E na quietude.
Não serei chegada.
Não tentarei mudar você.
Não acreditarei que poderei preenchê-lo e nem libertá-lo.
Não sei se me ausento de vez.
E risco seu telefone.
E esqueço seu endereço.
Ou pela última vez acredito no "era uma vez, duas pessoas que decidiram que o amor pode acontecer na leveza e na solidez da lealdade de serem um do outro de verdade...".
Ou se parto na minha nave espacial e volto para o meu planeta.
Planeta careta que acredita no amor renovado, reciclado, sagrado...
Saudades do meu planeta.
Pelo jeito vou ficar lá de vez.
Ana Paula Rezende
Se risco o "Era uma vez...e foram felizes...por um bom tempo."
Ou se te espero.
Já nem sei se ainda quero.
Porque quando quero te comer você virá água .
E quando quero matar a sede em você , vira rocha, terra árida.
Já tentei entender.
Já acreditei que podia transformar.
Bobagens de uma sonhadora.
Conheço o menino carinhoso que existe por trás do homem de poucas palavras.
Conheci o homem sedutor por trás do tímido com suas piadas e risadas.
Conheci aquele que ainda não cresceu.
Conheci aquele que quer ser livre como se amar fosse uma prisão.
Conheci tantos em você.
Conheci tantas em mim.
Achei que eu pudesse reter.
Quis tê-lo pra mim.
Não nego minha intensidade nem a passional que há em mim.
Hoje, sou partida.
Hoje, sou alguém mais doída.
Hoje, fico apenas quieta a falar com meu Deus.
Porque sempre é Ele que ouve o inconfessável em nós.
E na quietude.
Não serei chegada.
Não tentarei mudar você.
Não acreditarei que poderei preenchê-lo e nem libertá-lo.
Não sei se me ausento de vez.
E risco seu telefone.
E esqueço seu endereço.
Ou pela última vez acredito no "era uma vez, duas pessoas que decidiram que o amor pode acontecer na leveza e na solidez da lealdade de serem um do outro de verdade...".
Ou se parto na minha nave espacial e volto para o meu planeta.
Planeta careta que acredita no amor renovado, reciclado, sagrado...
Saudades do meu planeta.
Pelo jeito vou ficar lá de vez.
Ana Paula Rezende
domingo, 4 de abril de 2010
Então é Páscoa
Então é Páscoa...
Momento de renovação.
Hora da vida nova , de fato, acontecer.
Ressurreição.
Me lembra o mito da Fênix, renascer e transcender as prórprias cinzas e a própria morte.
Por outro lado, é uma data que nos traz tanta reflexão.
Do quanto humano somos e do quanto buscamos o sagrado em nossas vidas.
Que corpo e alma possam se renovar sempre.
Feliz vida nova!
Ana Paula Rezende
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Yellow
Look at the stars,
Olhe pras estrelas,
Look how they shine for you,
Olhe como elas brilham por você,
And everything you do,
E por tudo o que você faz,
Yeah, they were all yellow
Sim, elas eram todas amarelas.
I came along,
Eu progredi,
I wrote a song for you,
Eu escrevi uma canção para você,
And all the things you do,
E tudo que você faz,
And it was called Yellow
E ela chamei de "amarela".
So then I took my turn,
Então eu esperei minha vez,
Oh what a thing to have done,
Oh que coisa para se fazer,
And it was all Yellow
E era tudo amarelo.
Your skin
Sua pele,
Oh yeah, your skin and bones,
Oh sim, sua pele e ossos,
Turn into something beautiful,
Transformaram-se em algo bonito,
Do you know?
Você sabe?
You know I love you so
, Você sabe que eu te amo tanto,
You know I love you so
Você sabe que eu te amo tanto.
I swam across,
Eu atravessei o oceano,
I jumped across for you,
Eu superei barreiras por você,
Oh what a thing to do
Oh que coisa a se fazer,
'Cos you were all yellow,
Pois você estava toda amarela.
I drew a line,
Eu tracei uma linha, (estabeleci um limite)
I drew a line for you,
Eu tracei a linha por você,
Oh what a thing to do,
Oh que coisa a se fazer,
And it was all yellow
E ela era toda amarela.
Your skin,
Sua pele,
Oh yeah your skin and bones,
Oh sim, sua pele e ossos,
Turn into something beautiful,
Transformaram-se em algo bonito,
Do you know?
Você sabe?
For you I'd bleed myself dry,
Por você eu daria todo o meu sangue,
For you I'd bleed myself dry
Por você eu daria todo o meu sangue.
It's true, look how they shine for you,
É verdade, olhe como elas brilham para você
Look how they shine for you,
Olhe como elas brilham para você
Look how they shine for...
Olhe como elas brilham para...
Look how they shine for you,
Olhe como elas brilham por você,
Look how they shine for you,
Olhe como elas brilham por você,
Look how they shine...
Olhe como elas brilham...
Look at the stars,
Olhe para as estrelas,
Look how they shine for you,
Olhe como elas brilham para você,
And all the things that you do
Ouvindo muitas vezes.
Uma música, uma declaração de amor, uma poesia...amor e doação.
Lindos....vou ouvir mais uma vez...rs.
Ana Paula Rezende
I remember
I remember it well
Eu lembro bem
The first time that I saw
Da primeira vez que eu vi
Your head around the door
Sua cabeça em torno da porta
'Cause mine stopped working
Por que a minha parou de funcionar
I remember it well
Eu lembro bem
There was wet in your hair
Seu cabelo estava molhado
You were stood in the stairs
Eu fiquei na escada
And time stopped moving
E o tempo parou de passar
I want you here tonight
Te quero aqui hoje à noite,
I want you here
Te quero aqui
'Cause I can't believe what I found
Porque não consigo acreditar no que encontrei
I want you here tonight
Te quero aqui hoje à noite,
I want you here
Te quero aqui
Nothing is taking me down, down, down...
Porque nada vai me desanimar
I remember it well
Eu me lembro bem
Taxied out of a storm
Peguei um táxi numa tempestade
To watch you perform
Pra te ver tocar
And my ships were sailing
E meus navios navegavam
I remember it well
Eu me lembro bem
I was stood in your line
Estava na sua fila
And your mouth, your mouth, your mouth...
E sua boca, sua boca, sua boca...
I want you here tonight
Te quero aqui hoje à noite
I want you here
Te quero aqui
'Cause I can't believe what I found
Porque não consigo acreditar no que encontrei
I want you here tonight
Te quero aqui hoje à noite
I want you here
Te quero aqui
Nothing is taking me down, down, down...
Porque nada vai me desanimar
Except you my love.
Except you my love...
Exceto você meu amor.
Exceto você meu amor...
Come all ye lost
Venham todos vocês, perdidos
Dive into moss
Mergulhem no musgo
I hope that my sanity covers the cost
Eu espero que minha sanidade cubra o custo
To remove the stain of my love
De remover a mancha desse amor,
Paper maché
de papel machê
Come all ye reborn
Venham todos vocês, renascidos
Blow off my horn
Toquem minha buzina
I'm driving real hard
Estou dirigindo feito um louco
This is love, this is porn
Isso é amor, isso é pornografia
God will forgive me
Que Deus me perdoe,
But I, I whip myself with scorn, scorn
mas eu me chicoteio com desprezo, desprezo
I wanna hear what you have to say about me
Eu quero ouvir o que você tem a dizer sobre mim
Hear if you're gonna live without me
Ouvir se você vai viver sem mim
I wanna hear what you want
Eu quero ouvir o que você quer
I remember december
Eu me lembro de dezembro
And I wanna hear what you have to say about me
E eu quero ouvir o que você tem a dizer sobre mim
Hear if you're gonna live without me
Ouvir se você vai viver sem mim
I wanna hear what you want
Eu quero ouvir o que você quer
What the hell do you want?
O que diabos você quer?
Não consegui parar de ouvir essa música.
Damien Rice em ,"I remember", tão lindo, tão forte e tão familiar.
Uma música apaixonada, instintiva, intensa....
I remember....
Ana Paula Rezende
quinta-feira, 1 de abril de 2010
E quem dirá adeus?
Como sempre, estava ouvindo música ,quando ouvi Nando Reis.
Adoro suas letras e a sua voz.
Um poeta vibrante e ruivo.
Então, ele questiona "quando eu deixei de te amar"?
Quando "eu disse não"?
Fala do amor que quando não vira carinho fica como pedra dentro da gente.
O amor precisa ir ao encontro do outro.
Não pode ser mão única, nem um monólogo.
É triste ver um amor agonizando.
Um amor lindo e precioso se perdendo.
Ás vezes, o outro precisa crescer, ás vezes somos nós, algumas vezes é preciso sair do egocentrismo e do materialismo .
Porque o amor é também subjetivo, se alimenta das gentilezas, dos cuidados, do olhar e das bobagens.
Aprendi que não devemos pedir ao outro o que ele não pode nos dar.
Aprendi que nem todos amam da mesma forma, mas que nós podemos e devemos escolher a forma como queremos ser amados.
Muitas vezes as palavras ficam banalizadas, as expressões tornam-se vazias.
Mas, o que dizer das palavras nunca ditas?
E quando questionadas simplesmente não existem ,senão vira mentira.
Quando o máximo do outro é gostar?
Desconhece o "Eu te adoro" e o "Eu te amo"?
Uns se satisfazem com migalhas, pedaços remendados.
Todos nós já aceitamos em algum momento menos do que merecemos.
Hoje, é importante entender o que se quer.
Ás vezes os personagens mudam, o cenário é outro e de repente nós também já somos outra pessoa.
Adeus.
Sem migalhas.
Sem pedidos.
O acaso protege.
O acaso elege.
E nós decidimos quem fica, quem vai.
Então, um dia, as malas finalmente ficam prontas e a partida acontece.
Ana Paula Rezende
Adoro suas letras e a sua voz.
Um poeta vibrante e ruivo.
Então, ele questiona "quando eu deixei de te amar"?
Quando "eu disse não"?
Fala do amor que quando não vira carinho fica como pedra dentro da gente.
O amor precisa ir ao encontro do outro.
Não pode ser mão única, nem um monólogo.
É triste ver um amor agonizando.
Um amor lindo e precioso se perdendo.
Ás vezes, o outro precisa crescer, ás vezes somos nós, algumas vezes é preciso sair do egocentrismo e do materialismo .
Porque o amor é também subjetivo, se alimenta das gentilezas, dos cuidados, do olhar e das bobagens.
Aprendi que não devemos pedir ao outro o que ele não pode nos dar.
Aprendi que nem todos amam da mesma forma, mas que nós podemos e devemos escolher a forma como queremos ser amados.
Muitas vezes as palavras ficam banalizadas, as expressões tornam-se vazias.
Mas, o que dizer das palavras nunca ditas?
E quando questionadas simplesmente não existem ,senão vira mentira.
Quando o máximo do outro é gostar?
Desconhece o "Eu te adoro" e o "Eu te amo"?
Uns se satisfazem com migalhas, pedaços remendados.
Todos nós já aceitamos em algum momento menos do que merecemos.
Hoje, é importante entender o que se quer.
Ás vezes os personagens mudam, o cenário é outro e de repente nós também já somos outra pessoa.
Adeus.
Sem migalhas.
Sem pedidos.
O acaso protege.
O acaso elege.
E nós decidimos quem fica, quem vai.
Então, um dia, as malas finalmente ficam prontas e a partida acontece.
Ana Paula Rezende
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